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Aviation
Law Attorneys | Lawyers: Lieff Global attorneys have represented
families of loved ones who died in the following aviation
accidents*:
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2005 Manhattan tourist
helicopter crash in New York City, New York; |
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2005 Turbine Legend crash
in Tucson, Arizona; |
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For information on earlier
crashes and Lieff Global experience, click
here. |
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*Our representation of clients in these
cases has been by Lieff Global attorneys while at Lieff Global
or prior to their joining our firm. |
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| 07 de novembro de 2006 |
Estadao.com.br, "Advogados
de famílias das vítimas da Gol detalham processo" |
Na petição
apresentada na Corte Americana, os principais argumentos
no processo são falha de equipamentos e negligência
dos pilotos do Legacy
BRASÍLIA - Os advogados do escritório brasileiro
Leonardo Amarantes e do norte-americano Lieff Cabraser
Heimann e Berstein, que representam dez famílias
das vítimas do acidente com o Boeing da Gol, que
caiu no dia 29 de setembro, em Mato Grosso, divulgaram
nesta terça-feira, 7, a petição apresentada
na Corte Americana. São dois os principais argumentos
no processo: falha de equipamentos, como o transponder,
e negligência dos pilotos do Legacy.
Na segunda-feira, 6, os familiares entraram com um primeiro
processo judicial na Justiça de Nova York pedindo
indenização pelo acidente que matou 154 pessoas.
A ação judicial responsabiliza as empresas
ExcelAire Service, dona do avião Legacy que teria
se chocado no ar com o Boeing 737-800 da Gol, e a HoneyWell
International, fabricante do transponder - equipamento
de comunicação da aeronave.
Os advogados não quiseram revelar valores das indenizações
pedidas, explicando que elas poderão variar muito
de caso a caso já que a justiça americana
considera o perfil individual das vítimas para estabelecer
valores. No entanto, o advogado Robert Lieff informou que
em casos de acidentes aéreos já concluídos
nos Estados Unidos, as indenizações já chegaram
a até US$ 1 bilhão. Lieff disse acreditar
que há grandes chances de o caso ser resolvido por
meio de acordo entre as partes. "Em 98% dos casos
se chegou a acordos entre as partes e raramente o caso
vai a julgamento", comentou o advogado, informando
que o processo deverá estar encerrado entre 1,5
e 2 anos.
Argumentos
Para embasar os argumentos de negligência dos pilotos
e falha de equipamentos, os escritórios utilizaram
informações não oficiais de uma investigação
paralela conduzida pelo engenheiro aeronáutico Hans
Peter Graff. O engenheiro teria obtido dados e relatos
sobre as falhas, por fontes que não poderiam ser
reveladas. Os advogados ainda revelaram que não
se encontrou indícios suficientes de culpa da Gol,
da Boeing ou da Embraer - fabricante do Legacy - para incluí-las
no processo. Apesar disso, eles explicaram que em qualquer
momento, se forem encontradas provas, o processo poderá ser
emendado com novos réus ou novas famílias
que queiram entrar na ação.
Quanto a processos judiciais no Brasil, os advogados disseram
que, em relação à Gol, ainda estão
iniciando as negociações. Em relação à União,
os juristas não descartam a possibilidade de ações
se forem comprovados erros por parte do controle aéreo. "O
que se deve questionar, no entanto, é se vale a
pena já que no Brasil uma ação contra
a União pode levar até 30 anos", comentou
o advogado Leonardo Amarantes. "No entanto, mesmo
admitindo falhas dos controladores, as empresas americanas
não podem ser isentadas das responsabilidades",
completou. |
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