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Aviation Law Attorneys | Lawyers: Lieff Global attorneys have represented families of loved ones who died in the following aviation accidents*:

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2007 TAM Airlines crash in Brazil;
 
2007 Garuda Airlines crash in Indonesia;
 
2007 Adam Air crash in Indonesia;
 
2006 Gol Airlines crash in the Amazon, Brazil.
 
2006 Comair Bombardier CRJ-100 crash in Lexington, Kentucky;
 
2006 S7 Airlines Airbus A310 crash in Irkutsk, Siberia;
 
 
2005 Helios Airways Boeing 737 crash near Athens, Greece;
 
2005 Manhattan tourist helicopter crash in New York City, New York;
 
2005 Turbine Legend crash in Tucson, Arizona;
 
2005 Mandala Airlines Boeing 737-200 crash in Medan, Indonesia;
 
 
2004 Beech King Air 200 Crash in Bosnia-Herzegovina;
 
 
2004 Flash Airlines Boeing 737 Air Disaster off the coast of Egypt;
 
2003 Air Algerie Boeing 737 Crash at Tamanrasset, Algeria;
 
For information on earlier crashes and Lieff Global experience, click here.
 
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*Our representation of clients in these cases has been by Lieff Global attorneys while at Lieff Global or prior to their joining our firm.
 

 

Acidente com o vôo 1907 da Gol Transportes Aéreos na região Amazônica do Brasil

O Estado do Amazonas - Polícia - Reportagem - 18/10/2006
Familiares moverão processos nos EUA
De volta a Manaus, Leonardo Amarante que advoga para 15 famílias do casos da Gol, investiga paralelamente com perito suíço
O advogado Leonardo Amarante, especialista em responsabilidade civil chegou a Manaus ontem à tarde para encontros com familiares de vítimas do vôo 1907 da Gol Linhas Aéreas.

Amarante veio acompanhado do perito em economia e contabilidade Roberto Epelbaum e de uma representante do escritório de advocacia Lieff Global da cidade de São Francisco, nos Estados Unidos. A firma trabalha em parceria com os brasileiros no caso e é uma grande especialista em processos desta natureza.

“Em aproximadamente cinco semanas entraremos com uma ação na corte americana contra a Excel Aire e a Honeywell, fabricante do transponder”, afirmou o advogado que tem experiência em acidentes, inclusive aéreos.
De acordo com Amarante, a Excel Aire é passível de processo civil porque já foi confirmado pelas autoridades brasileiras que investigam o acidente que os pilotos do jato Legacy não cumpriram o plano de vôo como deveriam.
A Honeywell também pode ser processada porque um modelo do aparelho anti-colisão fabricado pela empresa já foi alvo de recall nos Estados Unidos por uma recomendação da Administração Federal de Aviação (FAA). Segundo a própria fabricante, o instrumento poderia automaticamente entrar em modo de espera (stand-by), sendo inútil para a identificação dos radares.
Indenizações
Amarante disse que no Brasil o valor das indenizações é ínfimo e vergonhoso, por mais este motivo as famílias devem procurar também seus direitos fora do País. “Nos Estados Unidos os casos são julgados por um júri popular, o que torna mais humano o julgamento em favor das vítimas”, explica o advogado. Segundo ele, as empresas envolvidas preferem fazer um acordo antes do julgamento para evitar as despesas milionárias que teriam se fossem julgadas.
No Brasil, a Gol terá de pagar uma indenização para as famílias independentemente do resultado das investigações. “A responsabilidade da Gol não pode ser isenta no caso porque os passageiros estavam a bordo de um de seus aviões, por mais que ela não tenha provocado o acidente”, afirmou o especialista.
Ele alerta para que as famílias não aceitem nenhuma proposta de imediato com a empresa aérea e nem assinem recibos que cubram quaisquer outras indenizações que possam ser pagas posteriormente por outras partes envolvidas. “Isto é muito importante para a família e por mais absurdo que pareça já aconteceram casos desta natureza no mundo”, adverte.
Investigações buscam explicações
Amarante trouxe ao Brasil um especialista suíço em acidentes aéreos, Hans Peter Graf que passou uma semana no país e retornou à Suíça. “Ele é um experiente perito em desastres de aeronaves e está nos auxiliando neste caso”, declarou o advogado acrescentando que é muito importante para as famílias terem uma investigação extra-oficial.
“Seremos o contraponto no caso, iremos atrás das informações que não foram divulgadas como o número de série do transponder, por exemplo”, esclarece Amarante.

O advogado e o perito Roberto Epelbaum afirmam que é muito precoce especular sobre valores de indenizações porque, segundo eles, os casos possuem suas particularidades e devem ser analisados individualmente.


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