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Aviation
Law Attorneys | Lawyers: Lieff Global attorneys have represented
families of loved ones who died in the following aviation
accidents*:
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2005 Manhattan tourist
helicopter crash in New York City, New York; |
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2005 Turbine Legend crash
in Tucson, Arizona; |
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For information on earlier
crashes and Lieff Global experience, click
here. |
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*Our representation of clients in these
cases has been by Lieff Global attorneys while at Lieff Global
or prior to their joining our firm. |
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Acidente com o vôo 1907 da Gol Transportes Aéreos na região Amazônica
do Brasil |
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De
volta a Manaus, Leonardo Amarante que advoga para 15 famílias
do casos da Gol, investiga paralelamente com perito suíço |
| O advogado Leonardo Amarante, especialista em responsabilidade
civil chegou a Manaus ontem à tarde para encontros com
familiares de vítimas do vôo 1907 da Gol Linhas
Aéreas. |
Amarante veio acompanhado do perito
em economia e contabilidade Roberto Epelbaum e de uma representante
do escritório
de advocacia Lieff Global da cidade
de São Francisco, nos Estados Unidos. A firma trabalha
em parceria com os brasileiros no caso e é uma grande
especialista em processos desta natureza.
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| “Em aproximadamente cinco semanas entraremos com uma
ação na corte americana contra a Excel Aire e a
Honeywell, fabricante do transponder”, afirmou o advogado
que tem experiência em acidentes, inclusive aéreos. |
| De acordo com Amarante, a Excel Aire é passível
de processo civil porque já foi confirmado pelas autoridades
brasileiras que investigam o acidente que os pilotos do jato
Legacy não cumpriram o plano de vôo como deveriam. |
| A Honeywell também pode ser processada porque um modelo
do aparelho anti-colisão fabricado pela empresa já foi
alvo de recall nos Estados Unidos por uma recomendação
da Administração Federal de Aviação
(FAA). Segundo a própria fabricante, o instrumento poderia
automaticamente entrar em modo de espera (stand-by), sendo inútil
para a identificação dos radares. |
| Amarante disse que no Brasil o valor das indenizações é ínfimo
e vergonhoso, por mais este motivo as famílias devem procurar
também seus direitos fora do País. “Nos Estados
Unidos os casos são julgados por um júri popular,
o que torna mais humano o julgamento em favor das vítimas”,
explica o advogado. Segundo ele, as empresas envolvidas preferem
fazer um acordo antes do julgamento para evitar as despesas milionárias
que teriam se fossem julgadas. |
| No Brasil, a Gol terá de pagar uma indenização
para as famílias independentemente do resultado das investigações. “A
responsabilidade da Gol não pode ser isenta no caso porque
os passageiros estavam a bordo de um de seus aviões, por
mais que ela não tenha provocado o acidente”, afirmou
o especialista. |
| Ele alerta para que as famílias não aceitem nenhuma
proposta de imediato com a empresa aérea e nem assinem
recibos que cubram quaisquer outras indenizações
que possam ser pagas posteriormente por outras partes envolvidas. “Isto é muito
importante para a família e por mais absurdo que pareça
já aconteceram casos desta natureza no mundo”, adverte. |
| Amarante trouxe ao Brasil um especialista suíço
em acidentes aéreos, Hans Peter Graf que passou uma semana
no país e retornou à Suíça. “Ele é um
experiente perito em desastres de aeronaves e está nos
auxiliando neste caso”, declarou o advogado acrescentando
que é muito importante para as famílias terem uma
investigação extra-oficial. |
| “Seremos o contraponto no caso, iremos atrás das
informações que não foram divulgadas como
o número de série do transponder, por exemplo”,
esclarece Amarante. |
O advogado e o perito Roberto Epelbaum afirmam que é muito
precoce especular sobre valores de indenizações
porque, segundo eles, os casos possuem suas particularidades
e devem ser analisados individualmente.
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